Em 2012, após anos de encontros na tradicional roda da pizzaria Borda de
Ouro em Barão Geraldo-Campinas, formou-se o grupo de jovens instrumentistas.
Além dessa roda, os músicos transitam em outros Movimentos culturais de
Campinas como o Projeto de Samba
Sibipiruna, Bateria Alcalina e o Escuta
o Cheiro, que são exemplos de espaços abertos para a apresentação novos
sambistas e percussionistas. Destes espaços vêm surgindo novos músicos,
compositores e instrumentistas com a
ideia de celebrar o Choro, principal gênero brasileiro e manifestar a musicalidade
de cada um dos seus participantes. Os shows e audições públicas em rodas de
choro procuram preservar a forma descontraída e emocionante que marca nossos
encontros. Nossas releituras e arranjos visam valorizar o diálogo entre os
instrumentos para destacar as melodias, explorar a harmonia, ressoar contracantos,
costurar baixarias, balançar com contratempos e apimentar com improvisos.
Integrantes:
Esther Alves começou seus
estudos musicais aos 10 anos, inicialmente com flauta doce, música antiga e
canto coral. Aos 15 anos, conheceu a flauta transversal, influenciada pelas
gravações de Altamiro Carrilho e Toninho Carrasqueira. A partir de então, vem
desenvolvendo um trabalho erudito-popular, atuando em orquestras do interior de
São Paulo, grupos de choro e diferentes formações de música instrumental
brasileira. Estudou com Jhean Noel Saghaard (França/Brasil-Unesp), Toninho
Carrasqueira (USP e diversas formações) e Antônio Rocha (Escola Portátil e
Regional de Choro Época de Ouro). No ano de 2013, conclui seu bacharelado em
flauta transversal pela Unicamp sob a orientação do professor Sávio Araujo
(OSESP). Em 2013, com Franco Galvão (violão 7 cordas), deu início ao Duo
Alvorada, que pesquisa o repertório do samba e choro.
Franco Galvão começou a estudar
música, no ano de 2002, tocando bateria sob a supervisão de um professor
particular. Em 2007, iniciou estudos de violão de 7 cordas (com professor
particular) e cavaquinho (como autodidata). Em 2008, entrou para a Bateria
Alcalina, assumindo, posteriormente, por um ano, a posição de mestre. Em 2010,
começou a desfilar pela Escola de Samba Nenê da Vila Matilde em 2011, entrou
como zabumbeiro, percussionista e violonista no Grupo de Pífanos Flautins
Matuá. Atualmente, cursa Música na Unicamp, faz parte da Bateria Alcalina e do
Bloco Cultural União Altaneira (como ritmista e compositor) e do Grupo de
Pífanos Flautins Matuá (como zabumbeiro e percussionista). Ademais, continua os
estudos de violão de 7 cordas e de cavaquinho, com professor Edu Fiorussi. Além
disso, também frequenta as principais rodas e festivais de Choro da região,
como o Festival Seu Geraldo, em Leme.
Leandro RP foi criado no meio do
samba desde a infância e aprendeu a tocar com bambas do Parque Bristol e
Diadema. Posteriormente, estudou cavaquinho na Universidade Livre de Música
(ULM), onde aprofundou técnicas de Samba e Choro. Tocou em diversas escolas de
samba de São Paulo, tais como Imperador do Ipiranga e Tradição Albertinense. Em
Campinas, deu sequência aos seus estudos em percussão geral e incorporou-se a
grupos de samba como Bateria Pública e MPBio.
Multi-instrumentista e compositor, Leandro RP é integrante da Ala dos
Compositores do Bloco Cultural União Altaneira e idealizador do Projeto de
Samba Sibipiruna e também participa, desde 2012, de uma das mais tradicionais
Rodas de Choro de Campinas, na pizzaria Borda de Ouro. Atualmente Leandro RP é
integrante dos grupos de samba Saudosa Clotilde (como percussionista) e Maíra
Guedes e os Baluartes (como cavaquinista).
Marcio Caparroz iniciou sua
participação no projeto de cultura popular de samba Bateria Pública de Campinas
em 2003, onde obteve os fundamentos do samba. Entre 2004 e 2011 participou do
carnaval de São Paulo atuando como ritmista nas escolas de samba Imperador do
Ipiranga, Tradição Albertinense e Primeira da Aclimação, tocando tamborim,
surdo de terceira, agogô, ganzá e caixa. Em 2006, fez aulas de violão com a
sambista e instrumentista campineira Ilcéi Mirian e participou da Oficina de
Samba do VI FEIA – Festival do Instituto de Artes da Unicamp. À partir de 2007
tornou-se ritmista membro do Bloco União Altaneira de Campinas, participando
desde então dos desfiles de carnaval nesta cidade. Atualmente, estuda pandeiro
com Roberto Amaral e participa de rodas de choro e de samba na cidade de
Campinas.
Rogério Guarapiran se envolveu
com o choro desde criança e atua como bandolinista profissional desde 2003. Em
2005, fundou o Clube do Choro Waldir Azevedo de Taubaté-SP. Em 2006, fez aulas
particulares com Danilo Brito. Entre 2008 e 2010, fez o curso de bandolim da
EMESP Tom Jobim|SP com a Profª Jane do Bandolim., complementando-os com estudos
teóricos e de percepção e prática de Regional de Choro com o Profº e violonista
Edmilson Capelupi. Também estudou técnicas de improvisação com o maestro
Roberto Sion e o contrabaixista Sizão Machado e em 2012, participou da IIª
semana do Choro “Seu Geraldo”, em Leme-SP, organizado pela Escola Portátil-RJ.
Atualmente, participa de Rodas de Choro em São Paulo, Campinas e no Vale do
Paraíba e atualmente estuda com o exímio bandolinista e multi-instrumentista
Almir Côrtes.






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